
Paulo Rangel anunciou oficialmente a sua candidatura à liderança nas vésperas de mais um aumento brutal dos preços do combustível, coincidência que não passou em claro a Rui Rio, que o acusa por isso de oportunismo quando o sentido de Estado do PSD deveria passar por emprestar gasóleo à frota de automóveis do Governo. Já opositores anónimos de Paulo Rangel garantem que o eurodeputado só quer ser líder do PSD para ter motorista oficial e não soprar o balão quando sai de despedida de solteiro em Bruxelas.











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