
Depois de ver as imagens de um avião militar norte-americano no Afeganistão, com quase 700 passageiros a bordo, a TAP teve uma ideia e também mandou retirar as cadeiras dos seus aviões.
“Ir sentado é muito anos 90, os jovens hoje em dia não querem saber disso para nada”, afirmou Pedro Nuno Santos, antes de inaugurar o primeiro avião da TAP sem lugares marcados.
“Antigamente também se fumava, duas coisas que fazem mal, fumar e sentar”, continuou o responsável, que acabaria por não ir no primeiro voo inaugural, entre Lisboa e o Funchal, com 1100 passageiros. “Tenho coisas marcadas, mas é pena”, explica.












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