
Vai chover dinheiro: o Ecofin deu um sinal de fixe ao primeiro tiro da bazuca e vêm aí 16,6 mil milhões de euros. Mas há uma condição: o Plano de Recuperação e Resiliência, em Portugal, tem de ser gerido por alguém que vá para o trabalho de camuflado, de patente nunca abaixo de Vice-almirante e que tenha um nome começado por Henrique e acabado em Gouveia e Melo. O valor global de 16,6 mil milhões divide-se assim: 13,9 mil milhões são subvenções a fundo perdido, 2,7 mil milhões vêm através de empréstimos favoráveis e depois há mais uns trocos para pagar o aluguer do avião de João Mário de Milão para Tires.












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